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David Foster Wallace na Quetzal

por Quetzal, em 30.08.12

David Foster Wallace é considerado um dos maiores escritores norte-americanos da sua geração. Professor universitário, autor de romances, contos e ensaios, destacou-se pelo estilo inovador que mereceu elogios extasiados da crítica e dos seus pares. A escritora Zadie Smith disse que Foster Wallace “é tão moderno que parece habitar um contínuo tempo-espaço diferente do nosso” e para o Sunday Telegraph “ainda não inventaram uma palavra para aquilo que ele faz”. O primeiro romance, The Broom of the System, surgiu em 1987, mas foi com a publicação do colossal Infinite Jest, em 1996, que inscreveu definitivamente o seu nome na história da literatura norte-americana. Em 2005, a revista Time incluiu-o na lista dos 100 melhores romances de língua inglesa desde 1923. Foster Wallace suicidou-se em 2008, depois de uma vida inteira a lutar contra a depressão. Em 2011 foi publicado postumamente o romance inacabado The Pale King.

 

Até agora inédito em Portugal, David Foster Wallace não é um desconhecido dos leitores portugueses e da imprensa especializada. Em 2010, Rui Catalão, do jornal Público afirmava e lançava um desafio: “Não está traduzido em português. Este artigo é uma ternurenta forma de pressão (de que estão à espera, miseráveis?)”. No mesmo jornal, meses mais tarde, o crítico Rogério Casanova, provavelmente o maior especialista português da obra de Foster Wallace, escreveu que Infinite Jest foi “um dos romances-evento da década, e um marco literário sobre o qual é possível recorrer com alguma confiança ao velho chavão sobre a ficção americana nunca mais ter voltado a ser a mesma: a fasquia para os sucessores fora elevada à altura de um arranha-céus.”

 

Respondendo ao apelo dos críticos e ao desejo de muitos leitores, a Quetzal dará início, em 2012, à publicação das obras de David Foster Wallace, começando por A Piada Infinita, um monumento da literatura contemporânea, com tradução de Salvato Telles de Menezes e Vasco Telles de Menezes.

 

 

 

“Um visionário, um artesão, um cómico e tão sério quanto se pode ser sem escrever um texto religioso. É tão moderno que parece habitar um contínuo tempo-espaço diferente do nosso. Maldito seja.”

Zadie Smith

 

“Wallace canta-nos uma canção num tom que nunca ouvimos.”

Robert McCrum, Observer

 

“Ainda não inventaram uma palavra para aquilo que ele faz”

Sunday Telegraph

 

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publicado às 14:44



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